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Orientação a Objetos

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Orientação a Objetos é um paradigma de programação, que a grosso modo simula a estrutura de um determinado programa, nos moldes que temos hoje do mundo real, sejam eles reais ou abstratos. Criado na década de 70, o modelo de Orientação a Objetos (O.O.) teve na linguagem SIMULA-67 a sua primeira implementação, a qual apenas suportava os conceitos de classes e herença. Porém a sua grande popularização, se deu com o Smaltalk, criada pela Xerox. E pode se dizer tranquilamente que hoje este é um dos pricipais modelos de programação que existem. Fato este que faz com que as principais linguagens criadas nos últimos anos, suportem o modelo de O.O., seria um exemplo destas: C++, Delphi, Java, C# entre outras… Técnicas Tradicionais x Orientação a Objeto Técnicas Tradicionais Dizem as más linguas que as técnicas de programação tradicionais também podem ser chamadas de progrmação espaguete. Isto se deve a uma de suas característcas ...

Roger S. Pressman

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Autoridade reconhecida internacionalmente nas tecnologias em melhoria de processos de software e engenharia de software , o norte-americano  Roger S. Pressman  é um engenheiro de software que atua como escritor e consultor além de ser presidente de uma consultoria especializada em treinamento e métodos em engenharia de software a R.S. Pressman & Associates. Ao longo de sua carreira Pressman exerceu diversas funções que lhe permitiram ter uma conhecimento amplo na área de engenharia de software, como engenheiro de software, gerente, professor, autor e consultor. Como profissional técnico e gerente, sua contribuição foi no desenvolvimento de sistemas avançados e aplicações de engenharia e manufatura, CAD/CAM . Além de ocupar cargos com responsabilidade pela programação científica e de sistemas. Ph.D. em engenharia na University of Connecticut, Pressman começou a dedicar-se à vida acadêmica ao se tornar professor-adjunto de Engenharia da Computação...

Definição de Software

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Diferente de outros produtos, o software não possui uma constituição física, não é tangível, sua importância vem de atributos lógicos que tem por objetivo desempenhar funções para a qual foi desenvolvido. Com a crescente competitividade entre empresas, ele tem sido de grande importância para estas, auxiliando desde a tomada de decisão, prestação de serviços assim como na aquisição de novos clientes. O Software vem sendo fonte de estudo ao longo dos anos, o que vem acelerando sua evolução, sua definição vem sendo modificada por autores de modo que agregue os conceitos que melhor represente a sua complexidade com o passar dos anos. Segundo Pressman: Software de computador é o produto que os profissionais de software constroem e, depois, mantêm ao longo do tempo. Abrange programas que executam em computadores de qualquer tamanho arquitetura, conteúdo que é apresentado ao programa a ser executado e documentos tanto em forma impressa quanto virtual que combinam...

Evolução de Software

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De acordo com Sommerville, existe uma necessidade constante e inevitável de evolução por parte de todo  software  que espera manter-se ativo por um longo período de tempo. Lehman, com a ajuda de outras pessoas durante cerca de 30 anos, realizou estudos sobre o crescimento e a evolução de softwares. Desses estudos foram desenvolvidas leis, que na verdade são teorias que buscam classificar as características da evolução de software. As leis de evolução de software são mais conhecidas por  Leis de Lehman  e são dividida em oito leis, onde as três primeiras leis foram apresentadas em 1974, a quarta, quinta e sexta lei foram apresentadas em 1980 e as duas últimas leis em 1996. A partir de análises é possível definir estas leis. São elas: Lei da Modificação Contínua (1974) : Softwares devem ser continuamente adaptados, e caso não sejam adaptados, com o tempo deixaram de atender as necessidades para a qual foram desenvolvidos e desta forma se tornaram com o ...

Manutenção de Software

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A Manutenção de software é resultante de mudanças no ambiente de negócio da organização onde o software opera, e por ser realizada quando o sistema está em sua fase de plena operação não pode ser deixada em segundo plano, já que muitas vezes este mesmo software acaba se confundindo com o próprio negócio da organização. Assim, a manutenção no software é uma  necessidade incontestável , sendo a responsável por consumir a maior fatia dentre os recursos financeiros e humanos de uma empresa de software. Entretanto, o que se vê nas organizações de acordo com Sommerville, é que uma importância menor é dada a esta fase do ciclo de vida do software, designando em alguns casos, profissionais de pouca experiência, onde deveria atuar profissionais experientes, por precisar de conhecimentos sobre o domínio da aplicação, sobre os detalhes existentes no código-fonte, acerca da organização e das pessoas que nela trabalham, sobre as práticas adotadas, linguagens de programação, técnicas...

Tipos de manutenção de Software

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A  manutenção de software  é o processo de alteração realizado depois que um programa é liberado para uso, entretanto os tipos de manutenção de software existente não é um consenso, para Sommerville, a manutenção de Software engloba três atividades:  manutenção corretiva (reparo de defeitos no software), manutenção adaptativa (adaptação do software a um ambiente operacional diferente), manutenção evolutiva (manutenção para adicionar funcionalidades ao software ou modificá-la). Porém Pressman, em sua classificação, acrescenta um quarto tipo de manutenção: a manutenção preventiva ou reengenharia. Em relação às classificações expostas, será considerada a definição apresentada por Pressman, na continuidade deste artigo. Estes quatro tipos de manutenção podem ser estruturados como apresentado pela figura 1, que exemplifica esta estrutura a partir de uma requisição de modificação, seguido por uma avaliação genérica dos tipos de manutenção que seriam os processos d...

Parabola do Dia

1 E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, 2 Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. 3 Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. 4 E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, 5 Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. 6 E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. 7 E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? 8 Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?